Tenho pouco tempo pra escrever, entao nao notem meus erros apenas leia o que seja necessário pra te fazer continuar...
Mais um ano acaba, outro ciclo chegou ao fim, e o fato de saber que não volta atras e nem de longe vai ter algo igual, já tranquiliza alguns e desespera outros, mas tuudo bem, as coisas vao continuar, e talvez até se repitam, lembre-se de forma diferente, e o que faz você querer o tal dois mil e nove? Bom, só a certeza de que você foi abençoado e iluminado o suficiente para conseguir seguir em frente já seria um bom motivo, mas quero te dizer que acredito que as coisas podem melhorar assim como o contrario, o porem disso tudo é que tuudo que se vive é essencial, mesmo que você seja um louco que acaba de conhecer o hospicio, ali vao brotar flores, e aparecer borboletas que te façam em algum lugar de sua sanidade pensar nas coisas boas que vez e nos erros que cometeu, você é um ser humano pensante, e a esperança é de sua natureza...
Vamos sim começar do zero, o ano novo é tempo de fazer renascer a esperança, e eu desejo mesmo que este ano seja muito melhor que 2008, pra mim e pra toodo mundo.
Hje, vou sim vestir uma roupa nova, uma calçinha cor-de-rosa,apesar de nao acreditar mto, pois quero amor, e quer saber? vou pular os 3 degraus da frente da casa da minha avó, pra me dar sorte, nao tem mar por aqui, mas a gnt dá um jeito, de fazer de conta...
vamos começar o 2009 de pé direito!!!
beijos
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
O natal bem ai
ai;20 dias pro Natal, e estou pronta pra virar mais um capitulo de minha vida, com um certo sentimento de mudança, e dessa vez sem malas e caixas. Aquele velho sentimento por aquela velha pessoa continua, e não adiantam me dizer que se deve virar a página, a ‘coisa’ em questão é que Ele continua impresso em todas as folhas, e por mais estranho que pareça, não quero passar a borracha nem mesmo corretivo, quero que continue lá, exatamente como está.
Nesses dias contados, ele me disse algo que mexeu tanto comigo que até pensei que ele andava lendo algum dos meus textos por ai, mas não, o que ele disse está muito alem dos post que aqui estão, foram coisas que só Desajusta pra Desajustada fala. Agora alguém entende por que não vou apagar do meu livrinho?
E com esse espírito natalino dá vontade de fazer uma lista com tudo aquilo que ele me fez de bom, quem sabe assim alguém entenderia porque gosto tanto dele. Não é mais um mero sentimento carnal, é uma cumplicidade, é saber que mesmo nos meus piores dias aquele babaca é capaz de me fazer sorrir.
Escutar das pessoas de eu o amo é como se entrasse de um lado e saísse do outro, hoje eu sei que o apreço que tenho é maior que essas coisas banais, porque convenhamos amor dá e passa, uma hora sempre passa, e o que nos restou? Amizade. Sei que pra muitos isso parece mais uma mentira criada por meu ego, porem é a única coisa certa que tenho pensado. E quer saber a vida pode me fazer afastar, mas não apagar as lembranças, porque eu superei de certa forma a incerteza que ficou.
E nessa contagem nunca estive tão feliz, porque hoje dou valor a tudo que tenho, afinal não posso chamar de Natal sem ter por quem sorrir.
Nesses dias contados, ele me disse algo que mexeu tanto comigo que até pensei que ele andava lendo algum dos meus textos por ai, mas não, o que ele disse está muito alem dos post que aqui estão, foram coisas que só Desajusta pra Desajustada fala. Agora alguém entende por que não vou apagar do meu livrinho?
E com esse espírito natalino dá vontade de fazer uma lista com tudo aquilo que ele me fez de bom, quem sabe assim alguém entenderia porque gosto tanto dele. Não é mais um mero sentimento carnal, é uma cumplicidade, é saber que mesmo nos meus piores dias aquele babaca é capaz de me fazer sorrir.
Escutar das pessoas de eu o amo é como se entrasse de um lado e saísse do outro, hoje eu sei que o apreço que tenho é maior que essas coisas banais, porque convenhamos amor dá e passa, uma hora sempre passa, e o que nos restou? Amizade. Sei que pra muitos isso parece mais uma mentira criada por meu ego, porem é a única coisa certa que tenho pensado. E quer saber a vida pode me fazer afastar, mas não apagar as lembranças, porque eu superei de certa forma a incerteza que ficou.
E nessa contagem nunca estive tão feliz, porque hoje dou valor a tudo que tenho, afinal não posso chamar de Natal sem ter por quem sorrir.
domingo, 2 de novembro de 2008
Mas não é.
Simplesmente não era pra ser. Ainda me admiro com a minha enorme capacidade de inventar amores e fantasiar romances, mas infelizmente eles nunca são o suficiente, não o suficiente pra materializar o enredo, e não importe o quanto eu queira que dê certo, nunca dá. E não importa se simplesmente eu ache que é o melhor pra mim, que todos concorde com os prós e queiram que eu esqueça os contras, é que todas as minhas células e matérias sempre me dizem: pára, você sabe que isso não vai dar certo. O cara não é o cara, nem se encaixa na sua vida, nem passa naquele teste teórico, nem ao menos sabe que você é tão insegura que antes de começar já acha que não vai dar certo, só porque ele nem se parece com ele, apenas porque ele não é pra mim e ate eu sei disso, sei que a qualquer pisadinha de bola, meu sentimento vai a locaute. Poxa, seria tão mais cômodo se ele fosse Ele, se tivesse o menor dos requisitos que ele tem, se ele pelo menos me provocasse o mínimo de ansiedade, o mínimo de meu gostar.
E novamente, lá vai a garota grande, big girls don’t cry, tentar se apegar de novo há alguém, após a trágica historia de namorada babaca, amigas esquisitas e cara comprometido - senti falta, mas a falta foi tamanha que já ate me acostumei a não ter aqueles olhos me observando nos corredores - estou com novas fantasias, (nota-se que é mais de um) o detalhe bobo aqui é que esses parecem tão distantes quanto o outro , é só um encanto besta. Nem o Trainee-boy nem o Padeiro (hauihoauihahuia), o primeiro, que parece mais distante, nunca me ouviu contar piadinhas nem as cantadas que só servem pra ensinar aos outros, o segundo pelo menos já viu que sou meio estranha, já até me viu arriscando um passinhos na pista, digamos que um conhece a garota do fórum, enquanto o segundo só conhece a irmã do amigo. Se enfiando em outra roubada dona Desajustada?
Todas essas ilusões de sentimentos sentidos, só me levam a crer que nenhum deles nunca serão Ele, nunca vão me atingir tão em cheio como Ele, eles nunca terão o 2° tempo nem as prorrogações que eu tenho com Ele, nenhuma das minhas distrações vão me levar até eles, nunca vou precisar me vigiar pra não ficar pensando neles, porque vem tempo passa tempo e eu continuo pensando e sonhando com Ele. Eu sinceramente queria que algum desses sentimentos fossem plenos, mas não é.
E novamente, lá vai a garota grande, big girls don’t cry, tentar se apegar de novo há alguém, após a trágica historia de namorada babaca, amigas esquisitas e cara comprometido - senti falta, mas a falta foi tamanha que já ate me acostumei a não ter aqueles olhos me observando nos corredores - estou com novas fantasias, (nota-se que é mais de um) o detalhe bobo aqui é que esses parecem tão distantes quanto o outro , é só um encanto besta. Nem o Trainee-boy nem o Padeiro (hauihoauihahuia), o primeiro, que parece mais distante, nunca me ouviu contar piadinhas nem as cantadas que só servem pra ensinar aos outros, o segundo pelo menos já viu que sou meio estranha, já até me viu arriscando um passinhos na pista, digamos que um conhece a garota do fórum, enquanto o segundo só conhece a irmã do amigo. Se enfiando em outra roubada dona Desajustada?
Todas essas ilusões de sentimentos sentidos, só me levam a crer que nenhum deles nunca serão Ele, nunca vão me atingir tão em cheio como Ele, eles nunca terão o 2° tempo nem as prorrogações que eu tenho com Ele, nenhuma das minhas distrações vão me levar até eles, nunca vou precisar me vigiar pra não ficar pensando neles, porque vem tempo passa tempo e eu continuo pensando e sonhando com Ele. Eu sinceramente queria que algum desses sentimentos fossem plenos, mas não é.
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
o mesmo de sempre
Não que eu tenha voltado a gostar de você, mas hoje somente hoje (em q estou me sentindo tão insegura), queria que você parasse o que está fazendo e me olhasse com aqueles mesmos olhos intimidadores q conheci, nem que fosse via internet, eu queria;
Porque estou cansada de não ter pelo menos você para chingar e por a culpa de todos os meus problemas, e claro, não é sua culpa se aquele cara novo ta fazendo confusão na minha cabeça fértil, não é culpa sua eu estar me envolvendo com um sentimento meio platônico – tanto da parte dele como da minha – e não é culpa sua, ele ter uma namorada.
Mas, cadê você pra dizer que sou uma maluca, que posso ser a outra, cadê você pra me proteger e depois de todo o cinismo do tipo: por mim você pode ficar com quem quiser me dizer que sempre serei a sua cigana, a garota mais bonita do cursinho, a menina diferente das que você já conheceu, a sua garota, aquela que vai ser a mãe dos seus filhos.
Antes que eu pudesse terminar esse texto, ele apareceu novamente, me fez rir como só ele sabia fazer, e mais uma vez me perguntei por que ele não é pra mim. Como sempre ele fez aquela ceninha de amor camuflada, e tirou onda da minha cara, disse que se ninguém me quisesse ia me por nua na avenida e alguém havia de me querer... rs. Eu sei ele é um babaca, mas eu gosto tanto daqueles sarcasmos e novamente me pergunto por que ele não pode ser meu.
E mais uma vez eu quis pegar o primeiro avião, quis que ele pagasse a promessa de me carregar nas costas, meu mundo parece tão melhor quando ele me dá atenção, quando ele me sacode com suas ironias...
Pode ser que eu queria simplesmente por a culpa de tudo em você, e não por te amar, mas poxa vida, você – mesmo que fosse só na minha imaginação – costumava ser o meu porto seguro, aquele que se nada desse certo teria você me esperando, só que agora não tenho mais essa ctz, e você não ta mais me esperando na estação.
ps: cheguei meio alta hj, resolvi cometer algo errado conscientemente, e deu nisso, as nossas velhas conversas..
Gente, talvez esse seja o texto mais sincero, e talvez o pior, ou o melhor, eu não sei, hoje minha cabeça não tá muito boa pra questionamentos e respostas prontas.
beeijos
Porque estou cansada de não ter pelo menos você para chingar e por a culpa de todos os meus problemas, e claro, não é sua culpa se aquele cara novo ta fazendo confusão na minha cabeça fértil, não é culpa sua eu estar me envolvendo com um sentimento meio platônico – tanto da parte dele como da minha – e não é culpa sua, ele ter uma namorada.
Mas, cadê você pra dizer que sou uma maluca, que posso ser a outra, cadê você pra me proteger e depois de todo o cinismo do tipo: por mim você pode ficar com quem quiser me dizer que sempre serei a sua cigana, a garota mais bonita do cursinho, a menina diferente das que você já conheceu, a sua garota, aquela que vai ser a mãe dos seus filhos.
Antes que eu pudesse terminar esse texto, ele apareceu novamente, me fez rir como só ele sabia fazer, e mais uma vez me perguntei por que ele não é pra mim. Como sempre ele fez aquela ceninha de amor camuflada, e tirou onda da minha cara, disse que se ninguém me quisesse ia me por nua na avenida e alguém havia de me querer... rs. Eu sei ele é um babaca, mas eu gosto tanto daqueles sarcasmos e novamente me pergunto por que ele não pode ser meu.
E mais uma vez eu quis pegar o primeiro avião, quis que ele pagasse a promessa de me carregar nas costas, meu mundo parece tão melhor quando ele me dá atenção, quando ele me sacode com suas ironias...
Pode ser que eu queria simplesmente por a culpa de tudo em você, e não por te amar, mas poxa vida, você – mesmo que fosse só na minha imaginação – costumava ser o meu porto seguro, aquele que se nada desse certo teria você me esperando, só que agora não tenho mais essa ctz, e você não ta mais me esperando na estação.
ps: cheguei meio alta hj, resolvi cometer algo errado conscientemente, e deu nisso, as nossas velhas conversas..
Gente, talvez esse seja o texto mais sincero, e talvez o pior, ou o melhor, eu não sei, hoje minha cabeça não tá muito boa pra questionamentos e respostas prontas.
beeijos
domingo, 28 de setembro de 2008
Diagnóstico.
A curva era muito fechada e derrapei na lama, permaneci ali, me fingindo de morta, talvez.
Não sinalizo pedido de socorro, nem ao menos clamo por socorro, é preciso levantar-se sozinha.
É preciso ir ao médico, exames de rotina, talvez. Os diagnósticos são os mais variáveis possíveis, ou seja, são muitos. Alguns deles até um pouco improváveis, as teorias são diversas, vêm de todos os lugares e de todas as pessoas.
Mas a única que realmente me importa é a minha.
Será que estou tentando fundar minhas atitudes em alguma cartilha de comportamento? Talvez. Quem dera fosse um capricho meu, consciente, essa minha inconstância. Falando sério, eu realmente queria fazer algum sentido, pelo menos pra mim.
Então vejo muita gente tentando entender, esse meu silencio, essa minha ironia, esse meu orgulho, essa minha neura e sinto muito. Sinto tanto que até parece mentira, ceninha.
É como um vicio como se eu estivesse sempre um motivo de querer sair da normalidade que me prende, querendo enfim transcender a vida comum e os sentimentos amenos.
Às vezes me parece que estou forçando uma paixão, querendo me apaixonar toda semana, e sempre por uma pessoa nova, seja aquele cara que eu vi na rua ou aquele cara da faculdade;
Sei que os diagnósticos são desanimadores, mas advinha? A médica sou eu, e como não quero entristecer o paciente, to me dando alta! Podem falar que sou imprudente, negligente e dai? Processe-me se quiser.
Nesse acidente babaca, não sou o atropelado, nem o motorista, muito menos o veiculo, sou o acidente. Na real, eu quero uma tragédia, daquelas que levantam fumaça, daquelas que tem fogo, daquelas que resultam em explosão, daquelas que o barulho ecoa por toda parte, que entra em todos os vãos e buracos; E quando tudo acontecer quero que você veja da janela de sua casa e saia correndo para ver o que aconteceu, quero que saía e veja que não estou lá.
Não sinalizo pedido de socorro, nem ao menos clamo por socorro, é preciso levantar-se sozinha.
É preciso ir ao médico, exames de rotina, talvez. Os diagnósticos são os mais variáveis possíveis, ou seja, são muitos. Alguns deles até um pouco improváveis, as teorias são diversas, vêm de todos os lugares e de todas as pessoas.
Mas a única que realmente me importa é a minha.
Será que estou tentando fundar minhas atitudes em alguma cartilha de comportamento? Talvez. Quem dera fosse um capricho meu, consciente, essa minha inconstância. Falando sério, eu realmente queria fazer algum sentido, pelo menos pra mim.
Então vejo muita gente tentando entender, esse meu silencio, essa minha ironia, esse meu orgulho, essa minha neura e sinto muito. Sinto tanto que até parece mentira, ceninha.
É como um vicio como se eu estivesse sempre um motivo de querer sair da normalidade que me prende, querendo enfim transcender a vida comum e os sentimentos amenos.
Às vezes me parece que estou forçando uma paixão, querendo me apaixonar toda semana, e sempre por uma pessoa nova, seja aquele cara que eu vi na rua ou aquele cara da faculdade;
Sei que os diagnósticos são desanimadores, mas advinha? A médica sou eu, e como não quero entristecer o paciente, to me dando alta! Podem falar que sou imprudente, negligente e dai? Processe-me se quiser.
Nesse acidente babaca, não sou o atropelado, nem o motorista, muito menos o veiculo, sou o acidente. Na real, eu quero uma tragédia, daquelas que levantam fumaça, daquelas que tem fogo, daquelas que resultam em explosão, daquelas que o barulho ecoa por toda parte, que entra em todos os vãos e buracos; E quando tudo acontecer quero que você veja da janela de sua casa e saia correndo para ver o que aconteceu, quero que saía e veja que não estou lá.
ps: não sofri nenhuma acidente, nem carteira eu tenho.
beijos
domingo, 14 de setembro de 2008
Fazendo filme
Eu tenho um problema. Ta eu sei, não sou a única. Alias, não tenho apenas UM problema, tenho vário, mas o problema em questão, é o de eu querer fazer que acontecimentos comuns se tornem em verdadeiros eventos cinematográficos com direito a 1 bilhão de bilhetes vendidos e indicação ao oscar. Enfim, aquela velha historia de “ter o que contar”, mas isso cansa. E bom, minha vida não é tão agitada e interessante assim.
Lanço-me em historias de romances perfeitos que fazem chorar, em comédias românticas, em tragédias, e ficções. Os coadjuvantes vêm e vão, alguns nem se vão, outros nem aparecem em cena, alguns que eu julgava ser bons se mostram verdadeiros fracassados, outros ficam a espera da nova cena. Triste mesmo, é quando me deparo com os tais fracassados - eles resultam em rombos no orçamento - porque acabo tendo que modificar todo o roteiro, sim eu sou a roteirista. Quando as coisas fogem do controle, paro a cena, grito, fico vermelha e mando todo mundo embora, sim eu sou a diretora também.
Mas nessa brincadeira, acabo deixando momentos menos grandiosos passarem despercebidos. Fazendo de uma simples saída pra comprar pão em uma fuga grandiosa com direito a conversível e vento lambendo os cabelos. E daquele beijo na porta de casa em um torrencial beijo debaixo da chuva numa avenida grande e vazia, com direito a trilha sonora. Aquele tchau, transformo em adeus, junto com choro e sentimento de que nada será como antes;
Por ser a protagonista e antagonista (depende do ciclo menstrual) da história tento ser cativante, mas isso também cansa; a atriz famosa aqui tem crises e precisa ser internada, não consigo conviver com tanta fama.
Por muito tempo fui documentário, mas entenda ele não estava me dando muitos lucros, talvez as histórias fantasiosas e cheias de esperanças sejam mais vantajosas; capitalista sim, e daí? Prefiro continuar assim protagonizando um filme cult, sem fim, cheio de coadjuvantes que vem e que vão, quem sabe nesse percurso não encontro uma grande estrela.
ps: Meus posts estão cada vez mais escassos, mas isso não quer dizer que durante a semana eu não acompanhe os blogs de vcs as vezes só não comento. E é isso.
beijos
Lanço-me em historias de romances perfeitos que fazem chorar, em comédias românticas, em tragédias, e ficções. Os coadjuvantes vêm e vão, alguns nem se vão, outros nem aparecem em cena, alguns que eu julgava ser bons se mostram verdadeiros fracassados, outros ficam a espera da nova cena. Triste mesmo, é quando me deparo com os tais fracassados - eles resultam em rombos no orçamento - porque acabo tendo que modificar todo o roteiro, sim eu sou a roteirista. Quando as coisas fogem do controle, paro a cena, grito, fico vermelha e mando todo mundo embora, sim eu sou a diretora também.
Mas nessa brincadeira, acabo deixando momentos menos grandiosos passarem despercebidos. Fazendo de uma simples saída pra comprar pão em uma fuga grandiosa com direito a conversível e vento lambendo os cabelos. E daquele beijo na porta de casa em um torrencial beijo debaixo da chuva numa avenida grande e vazia, com direito a trilha sonora. Aquele tchau, transformo em adeus, junto com choro e sentimento de que nada será como antes;
Por ser a protagonista e antagonista (depende do ciclo menstrual) da história tento ser cativante, mas isso também cansa; a atriz famosa aqui tem crises e precisa ser internada, não consigo conviver com tanta fama.
Por muito tempo fui documentário, mas entenda ele não estava me dando muitos lucros, talvez as histórias fantasiosas e cheias de esperanças sejam mais vantajosas; capitalista sim, e daí? Prefiro continuar assim protagonizando um filme cult, sem fim, cheio de coadjuvantes que vem e que vão, quem sabe nesse percurso não encontro uma grande estrela.
ps: Meus posts estão cada vez mais escassos, mas isso não quer dizer que durante a semana eu não acompanhe os blogs de vcs as vezes só não comento. E é isso.
beijos
domingo, 7 de setembro de 2008
Quero mais sentimento
Me pedem pra sair, dizem que preciso viver minha juventude, que não serei jovem pra sempre, mas eu não me lembro como foi que me tornei assim, tão isolada, e um pouco babaca.
Quando foi que me tornei essa pessoa cheia de princípios e soluções pra tudo?
Quando foi que me tornei essa patética garota, terrivelmente comum, tão acanhada e medrosa?
Cadê o meu tempo de loucuras? De insanidade? Desde quando eu sou a responsável?
Na moral, eu quero uma explosão! Explosão de cores e sentimentos, quero mais vida, mais sorrisos, mais amigos verdadeiros (como aqueles que deixei a 2 anos junto com ele), mais tudo.
Quando foi que me tornei essa pessoa cheia de princípios e soluções pra tudo?
Quando foi que me tornei essa patética garota, terrivelmente comum, tão acanhada e medrosa?
Cadê o meu tempo de loucuras? De insanidade? Desde quando eu sou a responsável?
Na moral, eu quero uma explosão! Explosão de cores e sentimentos, quero mais vida, mais sorrisos, mais amigos verdadeiros (como aqueles que deixei a 2 anos junto com ele), mais tudo.
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